Arquivo do mês: fevereiro 2011

BOOTIE RIO CARNAVAL COM A PLUS D, FAROFF E BLOCO UNIDOS DO BEERBONG DA 7 DAY WEEKEND

Beatles vs. Guns’n’Roses

A Bootie Rio faz edição especial de carnaval, no próximo dia 4 de março, no Espaço Acústica, recebendo os criadores da Bootie, a dupla A plus D, de San Francisco, e o brasileiro radicado nos Estados Unidos Faroff, de Los Angeles, três fenômenos mundiais da cultura mashup. No terraço a céu aberto, a turma da festa 7 Day Weekend comanda um bloco de carnaval com rodadas de cerveja em seus famosos beerbongs.

Nas cabines, ainda tocam os residentes André Pipipi, Billy, the Kid, Schlaepfer e Beto Artista. As projecões são assinadas pelos Folkatrua VJs.

A PLUS D (SAN FRANCISCO)

Adrian Roberts é um cantor de rock, vocalista da única banda de mashups do mundo, a Smash-up Derby, produtor de mashups e DJ. Deidre, Misterious D, é uma party girl que virou DJ e toca a maior festa de mashups do planeta, a Bootie, que acontece em 18 cidades do mundo, em cinco continentes. Estimuladores da cena mashup no mundo, desde 2001, eles criaram a Bootie em San Francisco, em 2003. A festa foi listada pela Spin Magazine como um dos 101 melhores clubes do mundo, e a dupla A plus D, eleita como melhor DJ pelo SF Weekly. 

Em 2005, a Bootie chegou a Los Angeles, e de lá pra cá, a Nova York, Munique, Berlim, Boston, Londres, Hong Kong e Rio de Janeiro, expandindo o controle de qualidade dos mashups pelo mundo. Tudo graças à mistura eclética de pop, indie dance rock, electro, rock, hip-hop e tudo aquilo que move a pista de dança da dupla.

 



FAROFF (LOS ANGELES)
O brasileiro Faroff é um dos grandes nomes da atual safra mundial de produtores e DJs de mashups, com apresentações em Boston, Nova York, San Francisco, Los Angeles, Berlin, Paris, Brasília e Curitiba, entre outras cidades, tocando sempre nos mais importantes eventos de mashups. Residente das festas Bootie de Boston e Los Angeles, seus vídeos tem mais de dois milhões de acessos no You Tube. Além de faixas explosivas, ele promove uma experiência audiovisual ao misturar os clipes das músicas usadas em suas faixas, projetados na pista.

Em outubro de 2010, lançou, junto ao músico Dino Mars, um novo projeto de mashups e produções com auto-tune, parodiando celebridades e políticos brasileiros. Estes vídeos tiveram grande repercussão, principalmente o da candidata ao governo do Distrito Federal, Weslian Roriz, que aparece cantando “eu querro defender toda aquela corrupção”. O vídeo já passa do meio milhão de acessos e foi discutido nos principais veículos de comunicação do Brasil. A candidata tentou, em vão, tirá-lo do ar.


UNIDOS DO BEERBONG, BLOCO DA 7 DAY WEEKEND NO TERRAÇO
A 7 Day Weekend é produzida pela dupla Sal e Fernando Schlaepfer e abriu as portas para toda uma nova geração de festas na noite carioca. Itinerante, ela já passou por Casa da Matriz, Teatro Odisseia, Fosfobox e Studio Line. Em toda 7 Day Weekend, durante a troca de DJs, litros e litros de cerveja escorrem pelos beerbongs da festa: funis cheios do líquido, servido em mangueiras que a galera não se cansa de sorver. Na Bootie Rio, a 7 Day Weekend faz participacão especial, no terraço, com os DJs Schlaepfer, que é também residente da Bootie, Sal e Marcelo Mattina. E, é claro, cervejas vão rolar…

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BLACK EYED PEAS VS. RAMMSTEIN


Marc JohnceDreckiges Stueck Hast Du Zeit

Rammstein – Du Hast (Bombs Away Remix)
The Black Eyed Peas – The Time (Dirty Bit)

Assista ao clipe clipe.

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DRUM’N’BASS VS. ROCK NO NOVO EP DO DJ SCHMOLLI

Saiu o EP do DJ Schmolli com mashups de drum’n’bass vs. rock. Corre lá no AudiopornCentral.

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JOÃO BRASIL NA GLOBONEWS

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BOOTIE RIO COM LOBSTERDUST E JOÃO BRASIL POR I HATE FLASH

Lobsterdust

João Brasil

Daft Pobre

Uma Bootie emocionante com set de fotos do I hate flash.

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ENTREVISTAMOS O LOBSTERDUST

Bati um papo com Lobsterdust sobre mashups, programas para fazê-los, direitos autorais em Hollywood e a perseguicão da indústria da música contra os produtores de mashups. Não deixe de ouvir a mixtape que ele fez pra Bootie Rio. Nos posts abaixo, tem todas as infos sobre a Bootie desta sexta-feira, no Espaço Acústica.

Com que tipo de equipamentos e softwares que você faz mashups, e porque você os escolheu? Quais são os equipamentos mais comuns e softwares em uso hoje em dia?

Eu uso o Ableton Live. A maioria dos meus mashups têm sido feitos em um laptop PC velho, eu só recentemente comprei um Mac novo.O hardware não é tão importante quanto o software e, da maneira que eu trabalho, o Ableton é o único software que pode fazer o que preciso: entortar a batida, que é crucial para se fazer mashups.Você também precisa de uma boa placa de som, porque o padrão de placas de áudio que vêm com os computadores portáteis fazem uma porcaria de som. Pelo que sei, a maioria das pessoas que fazem mashups usam Acid Pro, porque ele é muito mais simples, mais fácil de aprender. No final, não importa o que você usa, porque 90% sobre fazer mashups acontece dentro da sua cabeça.

Você e um time dos sonhos de produtores de mashups fizeram a trilha sonora do novo filme de Adam Sandler, Just Go for it. Como foi a questão dos direitos autorais?

Posso resumir a questão do copyright na hora de fazer “mashups legais” em uma palavra: pesadelo. No caso do meu mashup, precisávamos de Deep Purple, Usher e Daft Punk. É complicado obter autorização de direitos autorais: não podíamos usar Daft Punk, não podíamos usar Usher e, no último minuto, perdemos Deep Purple também. O resultado foi um grande nada. Mesmo que fosse possível obter os artistas, teria custado à Sony cerca de um milhão de dólares, isso por 20 segundos do meu mashup na tela. A maioria dos mashups que estavam na versão original do filme acabou sendo retirada, porque é muito complicado e caro obter as músicas licenciadas. Basicamente, para cada canção que você precisa, o artista original, a pessoa que escreveu a música, a editora, a gravadora, o estúdio de cinema e os gestores de todos concordam com o negócio. Isso é um monte de gente, e cada pessoa quer um monte de dinheiro.

A boa notícia para a equipe de mashup a trabalhar no filme é que tivemos um supervisor de música muito bom e experiente comandando o show, esse cara é uma lenda na indústria, de modo que ele usou suas conexões e também o poder da estrela de Adam Sandler para convencer as gravadoras e artistas a assinar os acordos. Se não tivéssemos essas “armas pesadas”, a trilha sonora nunca teria acontecido. É realmente uma grande bênção que Adam Sandler ame mashups.

Agora, o futuro dos mashups em Hollywood é muito incerto. Em um ponto, eu pensei que o supervisor de música ia ter um ataque cardíaco por causa de todos os problemas que surgiram. A indústria cinematográfica está se perguntando se valeu a pena passar por todo este drama e esforço … Mas, ao mesmo tempo, porque Adam Sandler fez um filme com mashups, as outras estrelas estão começando a falar sobre o uso de mashups em seus filmes. Então, vamos ter que ser pacientes e ver o que acontece.

Quando os produtores de mashups estarão livres da perseguição da indústria da música? Youtube e Soundcloud está apagando um monte de faixas de produtores brasileiros, como é nos Estados Unidos?

Pelo que eu vi nos bastidores, durante as filmagens, o que eu tenho a dizer é que não estou muito otimista sobre o destino dos produtores de mashups. Para a indústria musical, um mashup só é legal se alguém lhes paga muito dinheiro para os direitos. Como os produtores de mashup não são ricos, nunca teremos a opção de pagar pela música usamos. Então, o problema da perseguição irá persistir. Infelizmente, no final é tudo sobre dinheiro, e não criatividade. Mas também acredito que, em algum momento, no futuro, as leis de direitos autorais terão que mudar, pois não refletem mais a realidade do mundo moderno no qual vivemos. Isso se aplica não apenas para a América, mas para todo o mundo, porque, hoje, tudo é global . Mas, agora, o jogo de gato e rato vai continuar…

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BOOTIE SÃO PAULO E BOOTIE PORTO ALEGRE

Só o Beco salva. Leia a novidade lá no Ronald Villardo.

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